Para que uma empresa contacte com os seus valores primeiro deve conhecer-se a si mesma.
Quando falo em conhecer-se a si mesma, falo em conhecer os seus colaboradores e equipas, para além dos seus produtos ou serviços. Este conhecimento deve ser transversal, percebendo quais as expectativas da empresa e do colaborador, escutando as pessoas, motivando-as, mas sobretudo fazendo-as sentir a cada momento que elas são o verdadeiro “motor” da organização, tendo presente que a Felicidade é o seu “combustível”.
É através deste auto-conhecimento, que as empresas podem descobrir o seu verdadeiro propósito. Muita das empresas todavia não encontraram a sua razão de ser, e isso sempre gera um grande vazio, tornando-as doentes e vulneráveis.
Ao não encontrem nenhum sentido naquilo que fazem, não se conhecendo verdadeiramente, são vitimas dum vírus letal: a epidemia da insatisfação e mal-estar entre os seus colaboradores, que consome ano após ano a sua criatividade, inovação e a capacidade de acrescentar valor.
Uma nova maneira de empreender um negócio e de gerir pessoas está a emergir. Um novo paradigma económico, em que a ética e a rentabilidade andam de mãos dadas, em que o interesse pela Felicidade dentro da Organização é genuíno. Desta forma emergem verdadeiros exemplos de sustentabilidade e eficiência.
A sustentabilidade passa por vencer esse obsessivo foco no lucro a curto prazo, estimulando a ética empresarial, promovendo verdadeiras relações profissionais baseadas no respeito e na verdade, igualitárias, em que todos os membros da empresa saem a ganhar e onde existe uma visão e estratégia partilhada que contemple o médio prazo.
Esta nova Economia Consciente tem como grande meta o empreender e liderar projectos empresariais responsáveis, que apostam na criação de valor através das pessoas, garantindo assim a sua sobrevivência económica.
A meta final não será ganhar apenas dinheiro, mas sim a criação de riqueza.
O grande objectivo para este século será o de levar a Felicidade as Organizações, sabendo com toda a certeza que este é também o sinónimo de rentabilidade, tornando-a desta forma a verdadeira Moeda Final.










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